Problema
O problema que resolvemos é o de que a ampla maioria do ecossistema esportivo não tem elementos suficientes para tomar decisões precisas sobre avaliação de treino e performance. No Futebol, o reflexo do problema é comprovado pelo balanço dos Clubes da Série A do Brasil, sustentado pela confronto das expectativas vs. a realidade dos praticantes no atingimento de seus objetivos e reconhecido pelos profissionais do esporte.
Solução
A solução proposta pela SPORTAG é composta por Hardware (Chipzeira) com Microsensores que analisam a performance dos atletas enquanto treinam e jogam. Os dados são interpretados e transformados em estatísticas que exibem e apontam caminhos para a evolução da performance ao longo do tempo a partir de App para os Atletas & SaaS para os Clubes.
Modelo de negócio
O modelo de negócios é composto H/W (Chipzeira), App (modelo freemium), B2B SaaS (Clubes), Provider (comportamento dos usuários), MultiSports (pelo centro da tecnologia ser desdobrável a novos esportes), além da possibilidade futura de desenvolvermos a Indústria local como fabricantes dos sensores criando possibildiades de OEM & ODM. Como Ticket médio esperado a estimativa atual é a de que a solução chegue ao mercado por R$ 299 (Chipzeira) e de que a versão paga do App chegue ao mercado por R$ 29,90 (assinatura mensal). As nossas estimativas conservadoras atuais projetam receitas de BRL 6M e 15mil usuários no ano 1, BRL 15M e 50mil usuários no ano 2 e BRL 32M e 120mil usuários no ano 3, correspondendo a 0.4% do TAM ao final do ano 3.
Mercado
O mercado global atual de sportstech é de USD39bi em 2026, com a projeção de alcançar USD200Bi em 2034 CAGR de 22%.
Concorrentes
Playermaker (Israel), Oliver Sports (Espanha), Cuju (Alemanha), Catapult (Austrália), Oliver Sports (Espanha), Target Football (Inglaterra), SkillCorner (França).
Diferencial competitivo
Cremos que a nossa tecnologia é escalável e por essa razão somos capazes de sermos multichannel, atingindo o enorme mercado de praticantes de Futebol, estimado entre 30M a 40M de usuários e assim prover ao mercado custo acessível, tanto aos atletas amadores, como aos clubes subprime séries B, C, D, àqueles que disputam apenas campeonatos estaduais e regionais, além de inúmeras associações e escolinhas de futebol. Também podemos nos diferenciar com suporte local e diversificarmos receitas ao sermos Multisports e de podermos internacionalizar as operações a mercados subatendidos com perfil similar ao mercado brasileiro, como outros países da América do Sul e África, por exemplo.
Barreira de entrada
Ser o primeiro com relevância no mercado nacional, amparado por patente que uma vez aprovada criará barreiras para novas marcas e a formatação do modelo de negócios com a vertical de Provider de informações a indústria esportiva a partir do comportamento dos usuários são diferenciais competitivos que elevam a barreira de entrada a ser superada por novos concorrentes.
Tração
Recebemos 10K USD de aporte sem contrapartida da empresa Techshop MG e um pedido para que caso a SPORTAG consiga evoluir e tenha interesse de voltar a conversar sobre a compra de uma participação futura quando estivermos mais maduros.
