SIGAI

Plataforma que conecta dados públicos e privados de saúde, integrando SUS, hospitais e laboratórios para melhorar o cuid

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Problema

Os dados de saúde estão fragmentados entre hospitais, UBS, laboratórios, prefeituras, sistemas do SUS e operadoras privadas. Essa falta de interoperabilidade dificulta o acesso ao histórico do paciente, gera retrabalho, duplicação de exames, atrasos em diagnósticos e aumento dos custos operacionais. Também prejudica a continuidade do cuidado e a capacidade dos gestores de tomar decisões baseadas em dados. A startup resolve esse problema ao criar uma camada de integração que conecta diferentes sistemas e transforma dados dispersos em um histórico unificado e acionável.

Solução

A plataforma funciona como uma camada de interoperabilidade para o ecossistema de saúde. Por meio de APIs RESTful, microsserviços e do padrão HL7 FHIR, conecta sistemas legados e fontes distintas, incluindo e-SUS, ERPs privados, hospitais, UBS, laboratórios e planos de saúde. A solução sincroniza dados, unifica o prontuário eletrônico do paciente e automatiza o roteamento de resultados de exames. Assim, gestores e profissionais acessam informações mais completas, enquanto cidadãos, laboratórios e instituições reduzem retrabalho, papelada e repetição desnecessária de exames.

Modelo de negócio

O modelo combina SaaS B2B e B2G. Prefeituras e planos de saúde pagam uma assinatura recorrente calculada conforme o tamanho da população atendida ou o número de vidas ativas. Laboratórios pagam uma pequena taxa por transação pelo roteamento automatizado de laudos. A integração para UBS e o acesso direto dos cidadãos podem ser oferecidos gratuitamente para acelerar a adoção e ampliar a rede. Também poderão existir receitas de implantação, integração, customização, treinamento e suporte. O ticket médio ainda está em validação e será definido conforme população, volume de transações, número de integrações e nível de serviço.

Mercado

A startup atua no mercado global de saúde digital, interoperabilidade, integração de dados, prontuários eletrônicos e análise de informações em saúde. O foco inicial é o Brasil, especialmente prefeituras, secretarias de saúde, hospitais, UBS, laboratórios e planos regionais. Entretanto, a fragmentação de dados e a necessidade de interoperabilidade são problemas presentes em sistemas públicos e privados de diversos países. A utilização de APIs, microsserviços e do padrão HL7 FHIR permite adaptar a solução a diferentes ecossistemas regulatórios e tecnológicos.

Concorrentes

Os concorrentes incluem sistemas oficiais e plataformas de gestão do SUS, como e-SUS APS, SUS Digital Gestor e Siaps, além de prontuários eletrônicos, ERPs hospitalares, sistemas laboratoriais e soluções privadas de interoperabilidade em saúde. Também são alternativas atuais as planilhas, integrações desenvolvidas internamente e processos manuais de compartilhamento de laudos. O diferencial da startup é conectar, em uma única camada, dados públicos e privados, permitindo a comunicação entre prefeituras, UBS, hospitais, laboratórios e planos de saúde.

Diferencial competitivo

O diferencial está em oferecer uma camada neutra de integração entre diferentes organizações e sistemas de saúde, sem exigir a substituição imediata das plataformas já utilizadas. A solução combina APIs RESTful, padrão HL7 FHIR, sincronização de dados, prontuário unificado e roteamento automatizado de resultados. Além de atender gestores públicos, conecta hospitais, UBS, laboratórios, planos de saúde e cidadãos, criando uma fonte integrada de informação. A plataforma também é projetada para operar com segurança, aderência à LGPD, controle de acesso por funções e arquitetura escalável.

Barreira de entrada

A principal barreira de entrada será formada pela complexidade técnica e operacional das integrações com sistemas públicos e privados, pelo conhecimento acumulado sobre os fluxos de saúde e pela rede de parceiros conectados à plataforma. Cada nova implementação gera modelos de integração, mapeamentos de dados, regras de negócio e indicadores adaptados à realidade local. Com o crescimento da rede, aumentam também os efeitos de plataforma: quanto mais prefeituras, hospitais, laboratórios e planos participarem, maior será o valor da solução e mais difícil será replicar o ecossistema.

Empreendedores

Abellard Christley Mainviel

CEO

Bruno Augusto

COO

Yaislin Bell Verdecia

CIO

  • SedeSanta Rita do Sapucai Minas Gerais
  • Fundação07/2026