HACKTHEPACK

hackthepack é a camada universal de inteligência do consumo físico. A embalagem virou canal.

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Problema

Marcas de consumo físico não tem canal próprio com quem compra. Bilhões de embalagens saem das fábricas todos os anos e viram mídia muda: a marca paga cada vez mais caro para plataformas de terceiros para alcançar um consumidor que já está com o produto dela na mão. Depois do caixa, a relação morre. A marca não sabe quem comprou, onde, por quanto, nem consegue voltar a falar com essa pessoa sem pagar pedágio a big techs e varejo. Do outro lado, o consumidor está sozinho na gôndola e em casa: dúvida de alergênico, de uso, de preço, de autenticidade, e nenhuma marca presente na hora da decisão. A hackthepack resolve os dois lados com uma camada de inteligência sobre o código de barras que já existe: qualquer embalagem vira canal direto, com a hacKa respondendo na hora e a marca ganhando relação e dados primários sem app, sem obra e sem reimpressão.

Solução

Com uma camada de inteligência sobre o código que toda embalagem já tem. Do lado do consumidor: ele aponta a câmera para o código de barras ou acessa hacka.me e cai numa conversa com a hacKa, a IA da plataforma treinada no DNA de cada marca. Ela responde qualquer dúvida, compara, guarda notas de compra, lembra o histórico e busca benefício, grátis e sem app. Do lado da marca: um CMS onde ela ativa seus EANs, sobe conteúdo e regras, e o canal entra no ar em minutos, sem reimpressão de embalagem e sem obra. Por trás, a integração com a GS1 Brasil conecta mais de 100 milhões de produtos, e cada scan vira dado primário: o que perguntam, onde e quando. A marca ganha canal próprio e consumer intelligence; o consumidor ganha uma especialista no bolso. Receita SaaS por produto ativo.

Modelo de negócio

Modelo SaaS B2B: assinatura mensal por produto ativo, com preço público em escada decrescente por volume, de R$ 1.790 por produto ao mês para um EAN até R$ 299 na faixa de centenas de produtos, e regime enterprise acima de mil. Tudo incluído em qualquer faixa: a Foundation do produto, a hacKa treinada no DNA da marca, um milhão de scans mensais, setup zero e canal no ar em 24 horas. Excedente de scans cobrado por uso e expansões sob demanda, como Modo Pesquisa, Modo Adaptativo e Arcade, elevam o ticket sem elevar o custo de aquisição. A porta de entrada comercial é o piloto de 75 dias que converte em contrato anual. Ticket médio esperado na fase atual: uma conta típica de bens de consumo ativa em torno de dez produtos, o que representa cerca de R$ 8.900 por mês, na casa de R$ 107 mil por ano, antes de expansões; contas enterprise com portfólios grandes multiplicam esse valor. A margem é alta por desenho, infraestrutura própria e custo marginal decrescente por produto.

Mercado

Nosso mercado se mede em produtos ativáveis, não em slide de relatório. No Brasil, a base GS1 já conecta mais de 100 milhões de produtos à plataforma: é o mercado endereçável imediato. No mundo, segundo a própria GS1, o código de barras está presente em mais de 100 países e é escaneado mais de 10 bilhões de vezes por dia; a migração global para o QR 2D com o GS1 Digital Link até 2027 transforma cada um desses produtos em canal potencial, e nossa arquitetura já nasce nesse padrão. A verba que disputa esse canal não é nova: é a realocação do orçamento de mídia que as marcas de consumo já gastam alugando audiência de terceiros. Nossa matemática é bottom-up e conservadora: no piso enterprise da nossa escada de preço, R$ 1 bilhão de ARR corresponde a cerca de 167 mil produtos ativos, aproximadamente 0,15% da base já conectada no Brasil. O mercado não precisa ser convencido a existir: ele já está impresso em cada embalagem.

Concorrentes

Concorrência direta na categoria ainda não existe: tratamos isso como criação de categoria, Direct-to-the-Pack. O entorno tem três frentes. Primeiro, plataformas de connected packaging e rastreabilidade, como Digimarc, Scantrust e SharpEnd, focadas em campanha pontual ou autenticação, sem inteligência conversacional permanente nem camada universal sobre o catálogo GS1. Segundo, ferramentas de CX e chatbots de marca, que respondem no site ou no WhatsApp, mas não vivem no produto físico nem no momento da decisão. Terceiro, o concorrente de verdade pelo orçamento: a mídia paga em big techs e retail media, onde a marca aluga audiência que poderia ser dela. Nossa diferença estrutural: usamos o código de barras que já existe em 100 milhões de produtos, sem app e sem reimpressão, e entregamos canal permanente com IA própria, a hacKa, e dados primários da marca.

Diferencial competitivo

O diferencial é estrutural, não de feature. Primeiro, a porta: usamos o código de barras que toda embalagem já tem, integrado à base GS1 com mais de 100 milhões de produtos. Concorrentes de connected packaging exigem QR proprietário, reimpressão ou tag; nós entramos sem mudar nada e já prontos para o GS1 Digital Link de 2027. Segundo, a inteligência: a hacKa é uma IA conversacional permanente, treinada no DNA de cada marca, do primeiro scan à recompra. Ferramentas de campanha morrem com a promoção; apps como Yuka e Desrotulando avaliam o produto, mas não pertencem à marca nem devolvem canal ou dado para ela. Terceiro, o modelo: zero app e zero login para o consumidor, canal no ar em minutos via CMS, receita SaaS por produto ativo e dado primário que fica com a marca. A barreira real: infraestrutura Web3D proprietária, contrato com a GS1 e o hábito de scan sendo criado agora, com a hacKa pública e sessões médias de quase dez minutos.

Barreira de entrada

A barreira tem quatro camadas que se reforçam. Infraestrutura: a plataforma Web3D e o motor da hacKa são proprietários, construídos in-house ao longo de dezessete meses, não montados sobre ferramenta de terceiro. Acesso: o contrato com a GS1 Brasil conecta a camada a mais de 100 milhões de produtos e nos posiciona como amplificadores oficiais do código na virada global para o Digital Link em 2027; quem chegar depois disputa essa posição com o relógio contra. Dados: cada scan enriquece um dossiê vivo por produto e alimenta a consumer intelligence da plataforma; é um ativo cumulativo, quanto mais cedo se começa, mais impossível de alcançar ele fica. E hábito: o gesto de escanear a embalagem para conversar está sendo criado agora, com a hacKa pública, sessões médias de quase dez minutos e a marca hacKa nascendo como sinônimo da categoria. Novos entrantes precisariam replicar as quatro camadas ao mesmo tempo, enquanto nossa base de produtos, dados e marcas só cresce.

Tração

Sim, tração pública e orgânica. A hacKa está no ar aberta ao público desde 06 de agosto de 2026, com zero mídia paga. Painel de 27 de agosto, três semanas de operação: 5.900 scans orgânicos, 19.298 visualizações, 1.098 dispositivos únicos e sessão média de 09:46, quase dez minutos de conversa por visita, um múltiplo do dwell time típico de mídia digital. Na infraestrutura, o contrato com a GS1 Brasil está assinado, conectando a plataforma a mais de 100 milhões de produtos. No comercial, sete vitrines de marca completas construídas aguardando autorização de divulgação, negociação avançada com uma grande rede varejista nacional e um funil nominado de 21 contas de bens de consumo, com pilotos de 75 dias em negociação. Reconhecimento do ecossistema: segundo lugar no prêmio ProXXIma 2026 e segundo lugar na etapa Florianópolis da Startup World Cup, além de cobertura editorial espontânea em veículos de negócios e marketing.

Empreendedores

Sal Zammataro

CEO

Luiz Panareli

CAIO

Pyr Marcondes

Board member

  • SedeRio de Janeiro
  • Fundação02/2026