CORA TECH

A CORATECH lê qualquer NFC-e, monta o perfil de compra e vende inteligência à indústria — dois pedidos no INPI.

  • B2B
  • Análise de dados
  • Marketing
  • Vendas
  • Varejo
  • Consumo
  • Alimentos e bebidas
  • Casa e cuidados pessoais
  • B2B2C
  • Publicidade
  • Subscription

Problema

Toda compra no Brasil já nasce com uma prova: a nota fiscal. Ela some na hora. A pessoa não ganha nada por registrá-la. A mercearia não sabe se o cliente foi para o concorrente. A grande marca não vê o que entrou na casa — só o que saiu do atacado. Milhas e cashback nacional levam o valor embora do bairro. Falta um motivo para a pessoa guardar a nota e um lugar que transforme isso em benefício local e em informação útil para quem fabrica o produto.

Solução

A pessoa lê o QR Code da nota fiscal de qualquer loja. Isso conta para uma meta do mês. Cumpriu, ganha um benefício para gastar só nas lojas do clube, no próprio bairro. As lojas ancoram o território e pagam uma mensalidade. O que vale de verdade, com o tempo, é saber o que as pessoas compram. Isso vendemos, de forma agregada, para a indústria: campanha e inteligência, não nome e CPF.

Modelo de negócio

O Club Cora com as lojas é o começo, não o fim. A mensalidade do comércio sustenta o clube e dá motivo para a pessoa ler a nota. Cada nota monta o perfil de compra. As lojas ganham inteligência de mercado — o que gira, o que o vizinho leva, o que volta. Esse banco é o que abre a porta da indústria: campanha e inteligência agregada, com a nota como prova. A pessoa usa o app de graça. A mercearia paga para participar. Quem escala o negócio é a marca.

Mercado

O mercado que importa é o que a indústria gasta para entender e mover o consumo — dezenas de bilhões de dólares no mundo, acima do mínimo que a STOXS pede. Só em publicidade dentro do varejo já se fala em mais de 140 bilhões de dólares por ano. No Brasil, o varejo passa de meio trilhão de reais e os programas de fidelidade faturam perto de 22 bilhões. Fetch e Ibotta já venderam dado de cupom para Coca-Cola e pares. O primeiro território é só a porta. A tese é nacional.

Concorrentes

No bolso da pessoa: Méliuz, milhas e o app do hipermercado. Na mercearia: panfleto e anúncio no Instagram. Na indústria: pesquisas tipo Nielsen, que olham amostra, não a nota da esquina. Nos Estados Unidos, Fetch e Ibotta já fazem a pessoa mandar o cupom e vendem isso para grandes marcas. No Brasil esse lugar ainda está vazio. Ninguém junta as três pontas: qualquer nota conta, o benefício volta no bairro e a marca enxerga a compra de verdade.

Diferencial competitivo

Três coisas juntas. Qualquer nota entra — a cesta da casa, não só o que a loja parceira vendeu. A prova é a nota fiscal, não um clique nem uma pesquisa. O benefício só gira no bairro, então o dinheiro do comércio fica no comércio. A conta grande não é a mensalidade da padaria: é a marca que paga para entender e estimular a compra real. Méliuz não devolve o item à indústria. Pesquisa de mercado não lê a mercearia. Fetch e Ibotta mostram que o modelo existe; aqui ainda não tem dono.

Barreira de entrada

Dois pedidos de invenção no INPI, ainda em exame, sobre ler a nota e operar o clube com inteligência de mercado. Isso não é patente concedida — é o começo da proteção. A barreira de verdade é o tempo: cada nota deixa o mapa de compra mais difícil de copiar. Um app de cashback novo não nasce com histórico. Quanto mais gente e mais lojas no bairro, mais a marca paga e menos a pessoa troca de aplicativo.

Tração

Ainda sem faturamento de loja ou de marca. O que existe é produto e propriedade intelectual: o app já lê o QR Code da nota fiscal e opera o clube em teste interno. Dois pedidos de invenção no INPI, em exame. As lojas ainda não estão abertas ao público. O próximo passo visível para um investidor: primeiras lojas no ar, gente usando de verdade e a primeira conversa com uma marca.

Empreendedores

Marco Aurélio Mendes Justino

Founder/Produto

  • SedeBelo Horizonte
  • Fundação03/2026